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Polícia apura circunstâncias da morte de menina de 4 anos em Porto Alegre

Levada por uma tia, a menina chegou sem vida a uma UPA na madrugada desta segunda-feira; investigação apura as circunstâncias da morte e possível histórico de agressões.

Polícia apura circunstâncias da morte de menina de 4 anos em Porto Alegre

Foto: Arquivo Pessoal

 

A morte de Samylle Valentina Borba Ramiro, de apenas quatro anos, mobiliza a Polícia Civil e levanta uma série de questionamentos sobre as circunstâncias em que a menina vivia. A criança morreu na madrugada desta segunda-feira (17), em Porto Alegre, e chegou sem vida à UPA Bom Jesus, na zona leste da Capital.

Segundo informações preliminares, Samylle Valentina Borba Ramiro foi levada à unidade de saúde por uma tia e pelo companheiro dela. Os pais da menina, que moram em Porto Alegre, não compareceram à UPA. A ocorrência foi inicialmente atendida pela Brigada Militar.

Foto: Arquivo Pessoal

A Polícia Civil investiga agora como era a situação de guarda da criança e se havia histórico de agressões ou maus-tratos. De acordo com a delegada Alice Fernandes, da 3ª Delegacia de Polícia de Proteção à Criança e ao Adolescente (3ª DPCA), essas circunstâncias serão fundamentais para esclarecer o que aconteceu antes da morte.

O Conselho Tutelar informou que Samylle havia sido retirada da casa da mãe cerca de oito meses atrás, por determinação judicial, após uma situação de negligência. Até o momento, porém, não existem registros de ocorrências anteriores envolvendo a menina.

A investigação segue em andamento. Ainda não há suspeitos identificados nem prisões, e a Polícia Civil trabalha para reunir informações que possam esclarecer as últimas horas de vida da criança e determinar se houve agressão ou maus-tratos.

A proteção das crianças é uma responsabilidade de toda a sociedade

Suspeitas de violência, maus-tratos, negligência ou qualquer situação que coloque uma criança em risco devem ser comunicadas às autoridades, mesmo quando não há certeza sobre o que está acontecendo. O silêncio pode permitir que uma situação de violência continue, enquanto uma denúncia pode ser decisiva para interromper o sofrimento e garantir proteção à vítima.

Canais de Denúncia por Telefone

Disque 100: Ligue 100 para o serviço nacional de direitos humanos (gratuito e 24h).

Disque-Denúncia RS: Ligue 181 para segurança pública e sigilo garantido.

Conselho Tutelar de Erechim: Ligue (54) 99176-0626 

Notíciaslocais Erechim

 

Emergência Policial: Ligue 190 para a Brigada Militar em casos de urgência e flagrante

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Por Redação Auonline Publicado em 17/08/2026

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