Devido ao número de acidentes, grupo quer volta do controlador de velocidade no trecho entre o Trevo do Aeroporto e a passarela do bairro Progresso, em Erechim
Representantes dos bairros que formam o grande Progresso estiveram reunidos com a Polícia Rodoviária Federal buscando encontrar uma solução para os acidentes de trânsito registrados no trecho da BR-153, entre o Trevo do Aeroporto e a passarela do bairro Progresso.
Desde a retirada do controlador de velocidade que existia no local, no ano de 2024, ocorrências graves foram registradas no trecho, inclusive com óbitos. No último caso, um adolescente de 17 anos faleceu após a moto que conduzia ter sido atingida por um caminhão.
De acordo com relatos dos moradores, em horários de maior fluxo, cruzar a via se torna bastante perigoso, já que veículos na rodovia costumam passar em alta velocidade. E o fato se agrava pelo acesso e saída do bairro Progresso, pela Rua Demétrio Arpini.
O encontro entre os moradores dos bairros e a Polícia Rodoviária Federal ocorreu na manhã de segunda-feira (18), no posto policial. No local, a presidente da Associação dos Moradores do bairro Cristo Rei, Sirlei Putton, o presidente Associação dos Moradores do bairro São José, Luís Carlos Proença, o representante do bairro Progresso, Carlos Rodriguez, e a também representante dos bairros e intermediadora do encontro, Marize da Rosa, foram recebidos pelo Chefe da Unidade Operacional em Erechim, inspetor Regivaldo Tonon.
De acordo com os participantes do encontro, Tonon entrou em contato com o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) e foi informado que o controlador de velocidade no local deve ser recolocado no decorrer do próximo mês de junho.
“Fomos bem recebidos, com atenção e vimos que existe um empenho por parte da Polícia Rodoviária Federal para que o equipamento seja reinstalado. Saímos da reunião com essa notícia boa sobre o próximo mês. Quantas vidas já se perderam ali. Caso não aconteça, organizaremos uma manifestação na rodovia, porque estamos há tempos buscando uma solução e não tivemos nenhum respaldo dos nossos políticos. Pode ser que eles entraram com algum pedido, mas quem precisou ir atrás de uma resposta, fomos nós”, disse Marize.
